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Protegemos floresta, cultura e o acervo vivo de comunidades tradicionais Brasil afora. Sem caixa para uma equipe grande, construímos uma de agentes de IA — sob decisão humana — que capta editais, roda campanhas e organiza nossa memória. A força de um time grande pelo custo de uma ONG enxuta.
Uma equipe de agentes de IA, cada um com seu papel, todos sob a nossa constituição e a decisão final de um humano.
Toda a vila em uma tela — do Hokage (você, no comando) aos esquadrões da ponta. Uma cadeia clara: quem responde a quem, e onde o humano decide.
Conheça quem faz o trabalho pesado — e as regras que impedem qualquer um de agir por conta própria. Clique num agente pra abrir a ficha.
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{{ metaAberta.porque }}
Toda ação sensível passa pela validação de um humano. As regras estão escritas e o histórico fica registrado.
Oito documentos vivos orbitam uma só decisão: a do humano. A máquina executa dentro do que o cânone escreve.
Pra quem entende de máquina: todo o aparato que faz a vila girar — da mesa da equipe ao motor de IA — convergindo num só projeto.
A proteção do território não para quando o edital acaba — ela depende de quem caminha junto, todo mês. Escolha como sustentar.
PIX"…planto semente — não por medo, mas por amor ao que é de todos."
Um humano da vila responde em breve. Obrigado por caminhar com a gente.
Antes de existir um agente, existiu uma decisão: se a máquina ia trabalhar por nós, ela trabalharia sob a nossa lei — e sob a nossa mão.
Uma ONG pequena, protegendo floresta e cultura, decidiu construir uma equipe que não podia pagar — de agentes de IA. Mas em vez de soltar a máquina, convocou uma Constituinte: escreveu, antes de tudo, as regras que os agentes seguiriam. Nascia o cânone.
Um só princípio rege tudo o que veio depois: autônoma no trabalho, humana nas decisões. Toda ação sensível passa por um humano. Nenhum agente decide sozinho. A soberania é do território — a IA é só o "como".
"A lei não é uma jaula pra máquina — é a espinha que deixa uma ONG pequena confiar numa equipe grande."
O cânone não é estátua: intenção → agente prepara → humano valida → registro → a regra evolui → repete. Cada decisão vira histórico auditável. A Constituinte não terminou num dia — ela continua, a cada emenda.
Parceria, edital, imprensa ou só uma ideia boa? Conta pra gente — um humano lê e responde.
Um humano da vila responde em breve.